quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Evento: Deus na vida pública

Congresso sobre Liberdade Religiosa e Nova Evangelização

De 18 a 20 de novembro, em Madri (Espanha), será realizado o XIII Congresso “Católicos e Vida Pública”, com o tema Liberdade religiosa e Nova Evangelização. Participarão personalidades nacionais e internacionais da atividade política e da fé, num evento organizado pela Associação Católica de Propaganda (AcdP).

“Somos conscientes de que os dois assuntos fazem parte da preocupação pastoral da Igreja. Recentemente, o papa nos lembrou da necessidade da liberdade religiosa como garantia das demais liberdades”, afirmam os organizadores sobre o tema do evento.

“Por este motivo, no desafio da Nova Evangelização, é necessário recordar o marco político adequado em que ela é possível. Não podemos perder de vista a necessidade de falar de Deus na vida pública”, completam.

A defensora pública Maria Luisa Cava, o porta-voz do Conselho Geral do Poder Judicial José Peña, o ex-prefeito de Madri José Maria Álvarez del Manzano e o diplomata Francisco Javier Rupérez, entre outros, serão expoentes do congresso.

O presidente da ACdP e da Fundação Universitária San Pablo CEU, Carlos Romero, abrirá os trabalhos do encontro, organizado pela Universidade CEU San Pablo e pela ACdP.

Também estarão presentes o núncio apostólico Dom Renzo Fratini, o bispo auxiliar de Madri, César Franco, e o vice-presidente da AcdP, Emilio Navarro. O diretor do congresso é José Francisco Serrano.
O turno de apresentações começará com Francesco D'Agostino, professor de Filosofia do Direito e presidente da União de Juristas Católicos Italianos, com o tema Liberdade religiosa, Dignidade Humana e Direitos Humanos.

No sábado, 19, a palestra Desafios e Esperanças da Liberdade num Mundo Globalizado será dada pelo professor Matthew Ford, de Oxford, e a diretora de Projetos Internacionais da Associação Ajuda à Igreja Necessitada (AIN), Regina Lynch, abordará Liberdade, Religião e Espaço Público.

Haverá mesas redondas ao longo de toda a programação do congresso.

No domingo, 20, o cardeal arcebispo de Madri e presidente da Conferência Episcopal Espanhola, Antonio Maria Rouco, presidirá a eucaristia de encerramento.

O Congresso Católicos e Vida Pública é uma referência no catolicismo social espanhol. Segundo os organizadores, o evento “quer contribuir para a presença de Deus na vida pública mediante o testemunho cristão”.

As crianças também são protagonistas do congresso. “Toda a família pode participar. O congresso infantil não é um anexo do congresso, mas é o próprio congresso. É nele que os pequenos são ajudados para discernir o bem e o mal e se sentirem protagonistas”.

Fonte Zenit

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Concurso literário Histórias de Natal promove o valor da vida humana

Com tema o “Natal e o valor da vida humana: vale a pena ser homem porque Ele se fez homem”, foi lançada a nona edição do concurso literário Histórias de Natal. Em sua nona edição, Histórias de Natal propõe o tema do valor da vida humana, como uma das mensagens centrais do Natal.

Histórias de Natal é uma iniciativa de evangelização da cultura que visa promover o autêntico sentido do Natal, que é a comemoração do nascimento do Senhor Jesus em Belém.

“Ao assumir a nossa humanidade na Encarnação, o Senhor Jesus nos mostra o grande valor da vida humana, desde a concepção até seu fim natural. Até mesmo nos momentos de fragilidade, dor e sofrimento, somos amados por Deus e nossas vidas tem sentido”, afirmou Martín Ugarteche Fernández, representando os organizadores do evento, durante a divulgação do concurso no Congresso de Pastoral da Educação da Diocese de Petrópolis, no dia 1 de outubro.

O CEC é uma associação católica que promove a cultura em distintas áreas e através de diversas iniciativas. O MVC é um movimento eclesial constituído por leigos que buscam alcançar a santidade e viver uma intensa atividade apostólica. Fundado por Luis Fernando Figari em 1985, em Lima, Peru, recebeu a aprovação pontifícia em 1994 pelo Beato João Paulo II.

Assim como em anos anteriores, crianças (de 9 a 12 anos), jovens (de 13 a 17 anos) e adultos (a partir de 18 anos), poderão participar, enviando contos que mostrem o autêntico Natal cristão e o valor da vida humana que ele nos mostra. Os vencedores de cada categoria serão premiados com um Tablet e os cinco primeiros de cada categoria receberão certificados de participação, livros e material didático.

O Concurso Histórias de Natal teve, ao longo dos últimos anos, milhares de participantes, de mais de trinta cidades do Brasil.

Os trabalhos serão recebidos até o dia 17 de novembro de 2011 e poderão ser enviados por correio ou no próprio site do concurso (www.historiasdenatal.com.br). Mais informações podem ser obtidas mandando um e-mail aos organizadores (contato@cecbrasil.org.br).

Fonte ACI Digital

O holocausto e a fundação de Israel

Terminada a Segunda Guerra Mundial, os povos contemplaram estarrecidos a libertação, pelos Aliados, dos campos de extermínio da Alemanha Nazista, onde foram mortos 6 milhões de judeus.

O “Mundo Livre”, liderado pelos EUA, sentiu-se em “dívida moral” para com os judeus, o que fortaleceu o sionismo. Além disso, milhares de judeus deslocados de suas pátrias de origem, acalentavam um grande sonho: morar no seu próprio país.

Em 29 de novembro de 1947, a Assembléia Geral da ONU decidiu a “Partilha da Palestina”: um Estado Judeu (Israel), um Estado Palestino e Jerusalém - cidade 3 vezes santa - que seria internacionalizada sob o comando da ONU. Jerusalém é considerada sagrada pelos judeus, palestinos e cristãos.

Os judeus imediatamente aceitaram a proposta, enquanto os árabes, por seu turno, não. Em maio de 1948, quando os britânicos evacuaram a Palestina e era fundado o Estado de Israel, as nações árabes, lideradas pelo Egito e pela Jordânia, atacaram o recém-nascido país. Ninguém apostava na sobrevivência de Israel, principalmente porque seu sistema de defesa estava ainda em fase de organização.

Para a surpresa mundial, os sionistas venceram a chamada “Guerra de Independência”. Durante ela, muitos árabes palestinos saíram ou foram expulsos de Israel, originando o até hoje complicado “problema dos refugiados palestinos”, que, em 1964, criaram a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) - organização multipartidária - então destinada a combater Israel.

Em 1956, Israel temendo o novo líder egípcio Gamal Abdel Nasser, alia-se aos ingleses e franceses para atacar o governo do Cairo, que nacionalizara o Canal de Suez, de propriedade de um consórcio anglo-francês.

Apesar de vitoriosos, os israelenses e as duas nações européias saíram do Egito sob pressão internacional. Nascia um herói para as massas árabes: Nasser.

Nasser usava uma retórica agressiva contra Israel, anunciando que iria “expulsá-los para o mar”. Os judeus, temendo uma agressão, realizariam um ataque em 05 de junho de 1967, a chamada “Guerra dos Seis Dias”, conquistando Jerusalém Oriental, ocupando a Cisjordânia, o Planalto de Golan, que pertencia à Síria, e o Deserto do Sinai e a Faixa de Gaza, até então pertencentes ao Egito.

Fonte: Tenda Árabe